Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Folha 18

< EDITORIAL

          Mais um aniversário sobre o aparecimento da nossa Folha Informativa ocorreu recentemente. Dessa ocorrência derivou esta modesta publicação entrar no seu VIIº ano de activo labor em prol do Folclore, da Etnografia e da Informação relacionada com o GFRV, e da sua área de actividade: a região de Basto.

          Consciente do seu potencial histórico e cultural, são Pedro de Vilar de Ferreiros tem sabido defender com maior ou menor garra esses pedaços de  "portugalidade"  pouco a pouco desaparecidos com a perda da antiga municipalidade das FERRARIAS, sem para isso precisar de recorrer ao apoio do vizinho prior...Usando da prata da casa e enquanto houver tradição na alma desta gente dantes quebrar que torcer, lá vamos cantando e rindo....

Costa Pereira

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O COUTO (das FERRARIAS)

          Sobranceiro à aldeia de Carrazedo ( São Cristávão de Mondim) e no extremo poente da Serra de Campos , fica situado o alto do  Couto ou Couto de Campos. Local que há mais de sete séculos vem servindo de referência divisória entre as freguesias de Vilar de Ferreiros e Mondim de Basto, como podemos ver mediante a linha 31, pág. 13, do trabalho " A região de Basto e As Ferrarias Entre Tâmega e Douro", onde aparece citado: cotu de Carrazedo.

          Pode acontecer que tal designação derive do facto do monte em causa, por perder ali a cauda, tivesse recebido como prémio de "rifa" o designativo. Mas porque tal apreciação cabe aos etimilogistas estudar, nós vamos deixar aqui pela boca do prof. Jorge Dias o conceito do termo na versão do título:  " Os coutos não são propriamente baldios do povo. A maioria das lameiras ou lameiros foi outrora dividida por vários vizinhos, cujos herdeiros ainda hoje pagam as respectivas contribuições aoa Estado".

          No caso do  Couto de Carrazedo ou de Campos, se desses  "coutos" algumas vez se tratou, foi a seu termpo bem repartido pelos vizinhos de Campos (Vilar) e Campos(Mondim).

JC

publicado por aquimetem às 18:36
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Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Folha-6d

rudimentares ou sofisticadas, introduzida no alambique , onde é destilada. A esse liquido, a que chamam "troça" na nossa freguesia, se dá em seguida entrada dele noutro alambique mais pequeno afim de ser refinado e dar finalmente origem à  água-ardente ou bagaceira de Basto.

          Os alambiques na nossa região estão instalados no mesmo imóvel das azenhas e por  que começam a funcionar logo após o fim das vindimas a sua laboração é o prelúdio da entrada em actividade das azenhas, que na área das antigas Ferrarias se destinam a moer azeitona.   

Maria de Fátima  F. Lopes.

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Pensamentos

A casa conjugal também é um templo, e a maternidade uma religião.

Ramalho Ortigão

xxx

Um ninho tem tanta poesia, tanto mistério, tanta castidade, como um berço onde dorme a inocência.

João Grave

xxx

Sem religião não há civilização verdadeira; sem civilização não há bons costumes, e sem estes não só a liberdade não é possível, mas nem sequer a sociedade.

Alexandre Herculano.

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Noticiário

          A chegada da luz electrica à nossa freguesia como era de calcular começou de imediato a produzir efeitos positivos. De modo que para além dos benefícios já aqui anunciados temos agora a registar a abertura de um café no centro de Vilarinho.

xxx

          O nosso director está  de parabéns dado que  sua dilecta esposa, Miquelina Morais e Mota, lhe ofertou, no dia 4 de Outubro, uma linda filhinha, a quem foi dado o nome de Dalila Maria Rego Morais Mota.

xxx

          Grande amigo e socio fundador do GFRV, o josé Francisco Borges Lopes  consorciou-se no dia 5 de Setembro com Maria de Fátima Ferreira Lopes, facto que registamos com votos de parabéns.

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Você sabe, mas...

Com  palavras da  topografia  vamos ao nosso passa-tempo:

          ...T...

          .O...

          ...P..

          .O..

          G........

          . R......

          . A.....

          F......   

. I.. - ...

. A....

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ABADE DO BAÇAL

          Investigador  histórico-arqueológico notável, nasceu em Baçal (Bragança) em 1865 e ali morreu em 1947.

          Reitor da terra de sua naturalidade e Director-conservador do Museu Regional de Bragança, que hoje tem o0 seu nome, o padre Francisco Manuel Alves , escreveu entre outras obras de valor arqueológico e etnográfico : " Memórias Arqueológico-Históricas do  Distrito de Bragança",  "Trás-os-Montes" e " Castro de Avelãs", etc.

          Honremos o seu nome, que bem merece.

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Assim também eu sabia....

          ( 1- Toutuça; 2- Covas; 3- Campos; 4- Fojo; 5- Grandacha; 6- Prazinho; 7- Várzeas; 8- Fráguas; 9 - Vila-Chã, e 10 - Cainha.) > 

publicado por aquimetem às 00:00
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Folha-5

<Editorial

          Cá estamos mais uma vez "balançando" as actividades crescentes da nossa associação, rendendo desde já as melhores homenagens a todos quantos nos têm ajudado a cumprir, na medida do possível, as nossas obrigações estatutárias e os "mandamentos" do regionalismo.

          Limitado por falta de instalações condignas , instrumentação capaz e de transporte próprio, o GFRV tem, mesmo assim, conseguido dar pprovas de maturidade associativa, granjeando prestígio dentro e fora da região.

          Para gravar a quase totalidade do reportório folclórico do Rancho, desloucou-se  aqui no dia 18 de Abril uma equipa técnica do Centro Cultura Regional de Vila Real que levou consigo para divulgação, a nossa música e a voz melodiosa da gente de São Pedro de Vilar de Ferreiros.

          Mas a acção cultural do nosso Grupo não se queda por ali. E assim, graças à boa vontade e talento artístico do nosso amigo Sr. Carvalho, do Bobal, a quem o nosso Rancho muito deve, temos em funcionamento desde princípios de Maio uma "escola de música" ao dispor dos nossos associados, e não só, para se quiserem aprendam os segredos da Rainha das Artes.

          Também no campo das actividades normais da nossa associação, estivemos representados pelo nosso Rancho, em 22 de Maio, num Festival Folclórico realizado em Godim (Régua) e na festa de São Gonçalo, em Campos, no dia 14 de Junho.

          Parar é morrer, diz o povo com razão.

O Director.  

*********************************************

JOSÉ LOPES

           Nascido a 17 de Maio de 1922, em Molares, Celorico de Basto, faleceu no dia  13 de Abril do ano corrente, no hospital de Arnoia, este nosso dilecto Amigo e conceituado poeta da região de Basto.

          Foi co-autor da letra da marcha de Vilar de Ferreiros e era sócio honorário da nossa Associação.  

          Deixou viúva a Sra. D. Maria Eugénia Rodrigues Lopes, também nossa dilecta e respeitável Amiga, a quem apresentamas sinceras condolências.

Continua

publicado por aquimetem às 11:00
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