Sábado, 1 de Agosto de 2009

Folha 26-b

quiser subir pelo Outeiro, encontra no topo do mais representativo bairro de Vilar antigo, o carreiro que paralelo a um velho rego, quase sempre seco, nos introduz na fronteira sul do espaço denominado Grandrachã.

          Conhecido o lugar e os acessos, importa agora saber da sua origem etimológica. Segundo os dicionaristas, "gândara"  deriva do baixo latim gandera  e significa "charneca, terra areosa, estéril. Terreno despovoado, mas coberto de plantas agrestes". Quanto a "chã" dizem os mesmos entendidos derivar de chão e o seu significado ser o de " Terreno plano, planície". Por aglutinação de duas palavras surgiu Grandrachã na toponímia local da freguesia de Vilar de Ferreiros e para contrariar a opinião dos etimologistas produz a terra bom milho, vinho e azeite.

Costa Pereira

LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

O SEU NINHO...

          Com este título já lá vão quase onze anos, deu o amigo e conceituado Noticias de Chaves eco da reportagem que segue e por partes vamos transcrever aqui em substituição do anterior tema à volta das freguesias do concelho de Mondim.  Assim começava a prosa que se necessário comentaremos:

          " Fraco é o pássaro que não conhece o seu ninho !" -   Costumava dizer-me em tom alegre e fraternal o nosso saudoso conterrâneo abade Morais Miranda sempre que de me encontrava de visita ao sertão maronês, onde ambos enxergamos pela primeira vez a luz do sol. Não sei bem porquê, ma só certo é que esse adágio assim dirigido pelos lábios ternos de tão destacada figura  do ribeirinho vulgo mondinense fez crescer em mim um profundo amor por tudo quanto envolve a terra e região onde nasci. 

          Para corresponder a essa dedicação natural, mas incentivada por um saudoso amigo, lá fui este ano uma vez mais em peregrinação à terra-berço. Subi ao cimo do Monte Farinha (Nossa Senhora da Graça) e contemplei daquele impressionante miradouro sagrado a mais encantadora visão rural de Entre Douro e Minho. Vi   in loco os melhoramentos de certo porte que ali vêm sendo operados sob administração do pároco de Vilar de Ferreiros e pude também informar-me das muitas dificuldades com que se debate a Irmandade do 1º santuário Mariano de Trás-os-Montes para resolver problemas alheios ao foro religioso, como é o caso dos meios de acesso entre Vilar e a ermida, que só por má vontade das entidades Florestais e Concelhias está por resolver. No mesmo prisma se pode enquadrar a falta de apoio no alargamento e segurança de que carece a estrada que serve o alto de Nossa Senhora da Graça (1), dado a cada vez maior intensidade de trânsito a circular naquele troço estreito e perigoso para aventuras. 

          Só por milagre da Padroeira do Monte Farinha ali se não deu ainda uma tragédia valente, sobretudo se acontece em dias de grande movimentação, como no caso  de uma Volta a Portugal em

continua

publicado por aquimetem às 00:00
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Dezembro 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
11
12

16
17
18
19

20
21
22
23
24
26

27
28
29
30
31


.posts recentes

. Folha Informativa do GFRV

. Folh-33d

. Folha -33b

. Folha-33c

. Folha-33

. Folha-32b

. Folha-32

. Folha-32c

. Folha-32d

. Folha-31b

.arquivos

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

.tags

. todas as tags

.favorito

. paula-travelho

. Boletim ou Folha - 1

. Bodas de Prata duma Prela...

. O valor a quem o tem !

. Razões para uma escolha

. Os manos

. BTT- Fisgas de Ermelo - S...

. Coisas que não esquecem

. Errar é próprio do homem

. Laranjeiras

blogs SAPO

.subscrever feeds