Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Folha-11c

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RECEPÇÃO  CRITICA

          O opúsculo que recentemente mandei editar sobre a nossa terra e região está a ter uma óptima aceitação junto da nossa gente e em particular da Imprensa Regional que lhe tem feito a melhor recepção crítica. Assim e pelo seu interesse pontual se transcreve de O Povo de Basto, de 16 de Janeiro (19 84) pp, o seguinte comentário:

          " Com uma penhorante dedicatória, foi-nos oferecido pelo seu autor o opúsculo "A Região de Basto e as Ferrarias entre Tâmega e Douro", do nosso prezado Amigo e colaborador Sr. José Augusto da Costa Pereira.

          Trata-se de uma bem elaborada monografia, constituída por doiis capítulos, descrevendo o Iº a "Situação geográfica e os aspectos histórico-paisagísticos"  da Região de Basto, e estudando no IIº  "As Ferrarias, localização, história, folclore, usos e costumes".  

          Conhecedor minucioso da Região, Costa Pereira desenvolve os temas de ambos os capítulos num estilo limpo e fluente e baseado em assinalável esforço de investigação.

          Publicado inicialmente na revista "Tellus",  Vila Real, este apreciável trabalho é agora enriquecido com apropriadas ilustrações e encerra com a letra e música da Marcha de Vilar de Ferreiros, da autoria, respectivamente, de José Lopes/António Senra e de Maria Vitória de Campos.

          Dinamizador esforçado da vida cultural na sua freguesia de origem, Costa Pereira, merece o louvor de todos quantos se interessam pela elevação do nível mental e material do nosso povo".

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          Também o conceituado quinzenário regional O Ribbeirapenense, de Ribeira de Pena, de 30 de Janeiro pp, fazia a seguinte apreciação:

          " O SR. José Augusto da Costa Pereira acaba de publicar um curioso trabalho sobre "Os limites desta extensa área florestal e agrícola, onde estão localizadas as antigas "Ferrarias entre Tâmega e Douro" que até ao momento ainda ninguém interpretou com segurança o sentido desse topónimo desconhecido actualmente na Região de Basto".

          Trabalho que se lê de um fôlego onde o amor à terra aflora em cada página, aborda problemas genéricos da Região de Basto, debruçando-se nos aspectos históricos e paisagísticos, onde como sabemos a riqueza é imensa.

          Aconselhamos a sua leitura e julgamos que o belo livrinho se encontra  à venda no Santuário de Nossa Senhora da Graça -  Mondim de Basto.

          É ilustrado com várias fotografias e trás a marcha de Vilar de Ferreiros em melodia para acordeão ou violino.

          Agradecemos o exemplar recebido e as palavras que não merecemos, e indicamos aos interessados a direcção do autor: José Augusto da Costa Pereira - Rua Luís de Freitas Branco, 16-6º Fte, 1600 Lisboa" ---- Já foi daqui corrido...

          Aos dois conceituados porta-voz dos ânseios da boa e humilde gente de Basto, bem como para todos aqueles que se têm dirigido ao autor com o seu apoio moral, um mui sincero obrigado.

CP

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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Folha-11b

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CAMPOS

          Situada no topo oriental do monte denominado Serra e no local onde este relevo geográfico parece como que a servir de base inferior e de patamar ao imponente Monte Farinha, a aldeia de Campos é passagem quase obrigatória para quem de Mondim (vila) se dirige por estrada para Vilar de Ferreiros ou por caminho para o Santuário de Nossa Senhora da Graça.

          Com sua capelinha consagrada a São Gonçalo, o seu vetusto cruzeiro, as suas piedosas alminhas e um calor humanamente rural que caracteriza os seus habitantes, a povoação de Campos mesmo repartida por duas freguesias (São Pedro de  Vilar de Ferreiros e São Cristóvão de Mondim) parece sentir-se orgulhosa  desse facto por se ver assim rodeada por duas autarquias interessadas pelo seu desenvolvimento.

          Embora a sua ocupação efectiva só se tenha verificado um ou dois séculos depois da Nacionalidade tudo leva a crer que o aproveitamento do seu solo já era feito há muitos séculos antes dessa data. Fundamento esta tese no facto da localidade não aparecer mencionada nas Inquirições do Conde de Bolonha quando este pediu as delimitações das antigas Ferrarias (Vilar de Ferreiros) e em vez de Campos constar assinalado a "Fonte do Crastueyro"; sinal evidente de que ali ou perto dali existia ainda nessa altura algo relacionado com um castro. 

          Ora se partirmos do princípio que foram os primitivos ocupantes dos castros, sobretudo com a romanização, os pioneiros da actual agricultura não será difícil aceitar que também aqui os moradores ou donatários do Crrastueyro tivevessem a seu tempo aproveitado as terras chãs vizinhas do local e dessa consequência sergisse até o topónimo que muito mais tarde deu o nome à povoação: Campos.

          Que assim tenha acontecido é uma hipótese de certo modo fundamentada que deixamos ao critério do leitor aceitar ou não. Que só no registo dos Tombos 1566 é que o lugar de Campos aparece referido pela primeira vez isso é uma verdade. Daí se nos afigurar correcto imaginar que a ocupação efectiva e povoamento de Campos só se deu muito depois do século XIII.

          Seja como for é-nos muito grato falar duma aldeia que durante muitos anos ainda conhecemos sem estrada e minha santa e saudosa mãe escolhia para descansar uns momentos quando vinha a pé da vila ou de Fermil, e na loja do "Manuelzinho de Campos" quase sempre me comprava um tostão de figos.

          Também ali arranjava sempre a meneira de eu achar ...um ou dois tostões no chã para logo mais acima dar de esmola às "Alminhas" da  povoação.

          A história das terras é a história dos homens, por isso ao falar hoje de Campos falei da sua boa gente.

Costa Pereira  

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Se és regionalista defende a tua terra com obras

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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Folha - 11

< EDITORIAL

          Em consequência do nosso associado Sr. Manuel Borges Lopes ter sido eleito presidente da Direcção do GFRV passou por aderência do cargo a desempenhar as funções de Director desta Folha Informativa que cremos o vai ocupar com o mesmo carinho e dedicação como há quatro anos atrás quando a publicacãozinha nasceu.

          Trata-se duma figura já nossa conhecida e o seu reaparecimento à frente da direcção da folhazinha e da colectividade dá-nos ânimo para continuar também a nossa luta de regionalidade virada para a parte histórica das antigas Ferrarias.

          Aguardamos o regresso definitivo do novo director a Vilarinho, vindo de terras açorianas onde tem estado ultimamente, aqui lhe deixo um forte abraço e saudações para o anterior elenco directivo do GFRV, em particular ao Eduardo Miranda, pelo muito que fez em prol da nossa associação.

          O bom filho à casa volta !

José Augusto

SSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

REFLEXÃO

          Se cada cristão ou não, meditasse ao menos cinco minutos por dia que na realidade é um ser mortal, o outro dia seria por certo mais luminoso, mesmo com navoeiro cerrado...

C.Pereira

ssssssssssssssssssssssssssssssssss

Novos corpos gerentes

          Como determinam os estatutos, decorreu mais um acto eleitoral para o  biénio 1984/86 dos Corpos Gerentes do Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho que ficou assim constitiído:

          Assembleia Geral:

          Manuel Serafim de Morais

          Eduardo Pires Miranda

          Aurélio Morais Mota

          José Francisco Morais Ribeiro

          Serafim da Costa

          António Brizida

          Carlos Ribeiro da Silva

          Conselho Fiiscal:

Armindo Morais Mota

Miquelina dos Anjos da Silva Rego

Conceição Dinis

Abílio da Silva

          Direcção:

          Manuel Mário Borges Lopes

          Manuel Lopes

          José de Oliveira Brízida

          Manuel Pires da Cosata

          Joaquim Carvalho dos Reis.

         Muitos dos elementos referidos para além dos cargos directivos ficaram encarregados de trabalhar em comissões de apoio e dinamização do GFRV, como construção da sede e outras actividades a pôr em marcha.

          Para todos um abraço

Redactor

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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Folha 10d

BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

ADÁGIOS

          De Santa Catarina (25 de Novembro) ao Natal (25 de Dezembro) ou vai chover ou vai nevar.

xxx

          Ande o frio por onde andar, pelo Natal há-de chegar

BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

Esperanto

          O esperantista não fixa as palavras..., descobre-as

Dr. Alves de Moura

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Noticiário

          Da Biblioteca Pública de Braga, recebemos um ofício com data de 17 de Agosto, onde nos pedia o envio de todos os exemplares da nossa Folha Informativa.

          Para além da simpática solicitação convém lembrar que se tratou também duma habilidosa forma de chamar à pedra...os responsáveis pela distribuição desta folhazinha, uma vez que é obrigatório mandar para aquele Serviço qualquer publicação editada dentro da sua área.

          Embora se trata duma modesta publicação interna do GFRV, e para mais sem carácter regular, nem por isso está isenta destas formalidades legais.

          Um alerta portanto para os responsáveis morais por esse encargo de ao menos distribuir...

xxx

          O rancho folclórico da nossa associação teve este ano mais uma feliz campanha artística.

          Das suas actuações mais salientes lembramos a da sedo do concelho e a de Cabeceiras de Basto, pela Feira de São Miguel.

          Também a nossa congénere Banda de Zés P'reiras  de Vilarinho foi este ano muito requisitada com os seus "bombos e cabeçudos" para animar festas e romarias .

          Das várias saídas destacamos a deslocação  Verin (Espanha) onde parece já está afreguesada .

HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH  

OS QUE FALAM DE NÓS....

          " Neste único Monte Farinha - " Pedestal maravilhoso e surpreendente da Senhora da Graça, no centro do Norte - Poortugal - sinto-me particularmente feliz por pertencer à província de Trás-os-Montes e Alto Douro na sequência do Minho e Douro Litoral. Seja a Senhora da Graça o "Elo Maternal" e " Anel de Benção" a unir indissoluvelmente as três províncias"

D. António Rafael

Bispo de Bragança e Miranda

In Terras de Basto, de 15/9/83.

HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Boas Festas

          A Direcção do GFRV, vem desejar a todos os seus amigos um feliz Natal e um Ano Novo de 1984 cheio de venturas>

  

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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Folha 10c

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Isto também é folclore....

          Uma das fontes de riqueza desta freguesia rural do concelho de Mondim de basto é como se sabe o seu potencial florestal que a par dos recursos agrícolas constitui o equilíbrio económico da população local.

          Dentro desse prisma é fácil calcular a importância dos meios de acesso aos locais aonde se torna necessário ir buscar mato e lenha e muitas vezes recorrer ao tradicional meio de alimentar os gados nos baldios.

         Sabido que a evolução da técnica e as exigências do progresso vieram alterar os processos de trabalho nesta e outras regiões do globo logo se impõe que paralelamente surjam condições capazes de evitar a radicalização sempre inconvenientes quer dum, ou doutro extremo...

          Neste caso estamos a referir-nos aos caminhos municipais e do efeito que neles provoca o tractor e outros meios de transporte mecânico ao circularem pelos caminhos de acesso às matas florestais da freguesia a fim de fazerem o escoamento das lenhas e madeiras que é  necessário deslocar, mas que era bom ter em conta que também por ali passam pessoas e veículos de tracção animal com direito ao caminhar ...terra fora.  

          É sabido que os rodados dessas pesadas máquinas abrem profundos sulcos nos caminhos por onde passam tornando estes intransitáveis para pessoas  e carros de atracção animal.

          Para justificar este reparo basta recordar o mau estado dos caminhos que do Bezerral seguem para os lugares das Aradeiras e Portela que como outros da freguesia estão a requerer  as atenções dos responsáveis pela conservação dos caminhos vicinais.

          Isto porque os nossos lavradores ainda não trocaram a vacas pelo tractor e o campo continua ligado aos montes como a música ao folclore....

Borges

uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

ANO SANTO

          " Com a peregrinação do Iº Domingo de Setembro e a chegada ao fim do citado mês podemos considerar terminadas para o corrente ano as actividades de maior impacto rigoroso e festivo no santuário de nossa Senhora da Graça.

          Entretanto e porque está a decorrer até ao dia 22 de Abril de 1984 o ANO SANTO da REDENÇÃO, todos os fieis que desejem continuar a ganhar a indulgência plenária no Santuário Mariano do Monte Farinha podem fazê-lo lá, para esse efeito e outros de carácter espiritual as portas do templo se mantêm abertas durante todo o dia.

          Isto para além do interesse que ao longo do ano oferece sempre uma deslocação turística a este imponente miradouro situado no coração das terras de Basto ou de Santa Senhorinha."

In O Povo de Basto, de 6/10/983.

uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

BAPTIZADO

          Na igreja de Nossa Senhora da Luz, em Lisboa, realizou-se no passado dia 16 de Outubro o baptizado da menina Maria Cristina Ferreira Lopes, filha da Sra. D. Maria de Fátima Ferreira Lopes e do Sr. José Francisco Borges Lopes.

          Foram seus padrinhos José Simões Rosa e sua esposa D. Maria Leocádia Simões.

          Entre os convidados destacamos a presença do senhor Dr. Primo Casal Pelayo , autor da obra " A Ermida do Monte Farinha".

CP

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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Folha 10b

 

porque entretanto pensou o autor dá-lo a conhecer primeiro às entidades administrativas da nossa região. Mas em contrapartida vão os leitores desta Folha ficar com uma ideia do trabalho em causa mediante a seguinte passagem extraída da obra:

          " Mas deixamos sossegada no seu rincão esplendoroso a situação geográfica para nos debruçarmos um pouco sobre o panorama histórico daquelas fidalgas paragens por onde se quedou um D. Múnio Moniz, um D. Fernando Coutinho e outros, como D. João Pinto Ribeiro. Se bem que não é possível, em caso algum, dissociar a história das terras de Basto do contexto geográfico da região; isto, porque devido à forma sinuosa do seu terreno e às dificuldades de o dominar se deve o facto daquelas terras terem sido por vezes poupadas à fúria do invasor, com aconteceu em 1809, onde as tropas napoleónicas não ousaram guerrear.    

          Do mesmo modo tem acontecido servirem-se as gentes de Basto do acidentado solo da sua região para de pau ou rouçadoura defender os seus ideais políticos ou religiosos e de que é exemplo o levantamento popular ali ocorrido, em 1912, chefiado pelo célebre  Padre Domingos, de Cabeceiras de Basto, em apoio à restauração da Monarquia, em Portugal"

          Este é um pequeno aponamento por onde o leitor pode começar a formmar um juízo sobre o trabalho em questão.

CP

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HUMOR

          - Olhe , minha senhora, que vermelhinhas estas maçãs...

          - diz a vendedeira.

          - Pois é ! Elas têm vergonha do seu preço.

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REFLEXÃO

          O homem, obra prima do Criador, nem por isso ficou isento dos defeitos do barro...

         Toda a sua beleza física, toda a sua vitalidade animal, todo o seu potenciial energgético tem o selo da matéria bem marcado.

          Para que essa matéria tivesse sentido o Criador dotou-a dum elemento não palpável, mas perceptivel : a inteligência.

          É nesse maravilhoso elemento que o homem se torna superior aos outros animais e se distingue deles.

          Tem vontade própriia, pensa e distingue o Bem do Mal.

          Se erra pode corrigir-se, se falha à primmeira pode tentar emendar-se à segunda ou sexta....

          E vale a pena a correcção porque a vida é curta e Deus quer os nossos bustos a corpo inteiro!...

Costa Pereira

TTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTT

SE NÃO SABIA FIQUE A SABER......

          A jovem lince guarda os seus filhotes em matagal tão denso que nem o mais perspicaz caçador consegue descobri-los.

xxx

          Existe um insecto com o nome de alfeiate.

          Este insecto tem a particularidade de andar sobre a água.

xxx

          A larva do mosquito é um curioso animal.

          Vive em todo o lodo onde existam águas paradas ou calmas. Consegue manter-se muito tempo dentro de água e vem à superficie respirar pela extremidade do abdomen.

          A larva do mosquito é um belo petisco para os peixes

da "PANDA" 

 

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Sábado, 10 de Maio de 2008

Folha-10

< Editorial

          Nasceu este boletim duma carolice de dois sócios fundadores do GFRV. residentes em lisboa e que se convenceram que da sua iniciativa poderia surgir a curto prazo um orgão informativo a sério para servir a associação e a freguesia de São pedro de Vllar de ferreiros.

          O papel, a tipografia e até as esferográficas andam pela hora da morte. Daí o não merecer a pena sonharmos...

          Mesmo assim já não fica tão pouco  dispendioso como pode parecer a quem o recebe graciosamente, visto que também os "carolas" são forçados a pagar as carolices...

          Vamos vivendo com o que temos porque entretanto lá diiz o ditado: " Quem tudo quer tudo perde".

O Redactor 

ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ

Pensamentos

          Não são as más ervas que sufocam o grão; é a negligência do cultivador.

Confucio

xxx

Quem com pouco se contenta tudo possuie.

Boileau

ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ

Aniversário do GFRV

          Completou no passado dia 31 de Outubro, o seu 4º aniversário de oficialização a nossa colectividade.

          É uma efeméride que recordamos com alegria porque embora já antes houvesse vida no coração do Grupo, o certo é que se tratava duma vida semelhante à dos  individuos que crescem sem a graça do baptismo, animalesca.

          Foi a partir do dia 31 de Outubro de 1979 que o Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho entrou como parceiro de pleno direito no role das Associações de Cultura e Recreio.

          Que se conserve por muitos anos ao serviço da nossa freguesia e da região de Basto.

José Francisco Borges Lopes.

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A Região de Basto e as Ferrarias

Entre Tâmega e Douro

          Com este titulo vai ser publicado um trabalho histórico-paisagístico de autoria do do redactor desta Folha Informativa que tudo leva a crer irá desppertar interesse nas pessooas da região.

           Já pronto a ser tornado conhecido, o presente opúsculo só não está ainda à venda

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Folha-9d

APRENDER  LOCALIZANDO

(Lugares da freguesia):

 

          1º - Passamos lá quando vamos à vila:

                                  ...c..

           2º - Fica no caminho velho entre Vilar e

Vilarinho:

                                       ..r n...

3º - Hoje quase se atravessa pela estrada Vilar/Vilarinho:

. u ..

4º - Quando em Vilar se tinha sede era lá que ela se matava:

. . R . .

5º - Antes da batata surgir na Europa, o fruto que a substituia, era secado ali:

. . . T .

6º - Era lugar apetecível dos rebanhos e animais selvagens outrora existentes na nossa freguesia:

. . S . . . .

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX  

 NOTICIÁRIO

          Após uma informação que demos por escrito à Secção de Arqueologia da Universidade do Minho, tivemos conhecimento que aquele departamento cientifico fez deslocar a Vilar de Ferreiros uma das suas equipas técnicas , na primeira semana de Setembro pp.

          Pena foi que essa equipa técnica se tivesse limitado apenas a uma breve deslocação à aldeia de Vilar, Monte Farinha e Alto dos Palhaços e certamente sem se fazer  acompanhar de pessoas da nossa freguesia c apazes de fornecer indicações uteis aos tão desejados e bem vindos visitantes.

          Aguardamos uma próxima prospecção arqueológica em território das antigas Ferrarias de entre Tâmega  e Douro. 

xxx

          A Banda de Zés P'reiras de Vilarinho que por regra tem vindo a acompanhar o nosso Rancho em todas as grandes deslocações, também nos dias 13 e 14 de Novembro não só actuou no recinto da Feira Popular, como ainda abrilhantou algumas artérias de Lisboa com os seus bombos e "cabeçudos". Ao seu dinamizador Sr. Manuel Lopes, um abraço de parabéns.

xxx

          A Casa de Trás-os-Montes,  de  São Paulo (Brasil), pelas mãos do seu presidente, ofereceu no dia 14 de Novembro, em Lisboa,  um galhardete seu ao nossoGrupo e outro à nossa Banda de Zés P'reiras.

xxx

          Graças ao bairrismo e espírito benfeitor dos Srs. Manuel Lopes e Luis Morais de Carvalho, o Grupo Folclórico e   Recreativo de Vilarinho já tem terreno seu para a futura sede social. Bem hajam.

xxx

          O Coro Coral de N.S. da Graça de Vilarinho deslocou-se na quadra de Natal a Vila Real para ali "cantar os reis" ou "janeiras" à moda de Basto.

xxx

          A esposa do nosso sócio fundador Sr. José Francisco Borges Lopes   deu à luz no dia 12 de Outubro uma linda menina q quem foi dado o nome de Cristina Maria. O nosso abraço de parabéns.

xxx

          A Junta de Freguesia concedeu ao nosso grupo um subsídio de 61.000$00.

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Aos nossos leitores, amigos e associados

desejamos um Santo Natal e Feliz 1983

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Soluções:

          1º Secas (de Campos)

          2º Sernado (de Vilar)

          3º Borba (fonte de Borba, Vilar)

          4º Muro (de Vilar)

          5º Souto (de Vilar)

          6º Mestas (de Vilar)  >

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Domingo, 4 de Maio de 2008

Folha-9c

          Formado pelas abas das montes Palhaços e lombas da Cucaça uma verdejante concha geográfica por onde correm as cristalinas águas da Ribeira velha, a localidade de Vilarinho, com sua capelinha consagrada a Santo António e Santa Bárbara, o seu cemitério local, a sua escola primária, um campo de futebol, algum comércio e quatro colectividades de cultura e recreio legalizadas é sem sombra de dúvida uma espécie de pulmão direito deste pedaço de terra escondido entre o Monte Farinha e o Alto da Tontuça.

          Embora tudo indique que esta povoação seja anterior à conquista romana, o que se julga perceber face à existência de um suposto castro localizado no alto do Premurado e doutros vestígios de remota ocupação, o topónimo Vilarinho no entanto deriva aqui, quanto a mim, de um "villar" vizinho, neste caso da actual aldeia  de "Villar" de Ferreiros, povoação sede da freguesia. Que por ficar mais próxima do Castro dominante dos Palhaços, e da  civídade das Richeiras teria sido a primeira localidade a ser fundada nesta área quando os habitantes do cimo da montanha sentiram o desejo ou necessidade de ocupar e utilizar as terras baixas e vizinhas da civídade em questão. 

          Produto, em origem, da romanização, Vilarinho tornou-se progressivamente numa viçosa e dinâmica povoação rural cujos habitantes graças ao seu labor e espírito comunitário têm contribuído de forma notável para o desenvolvimento de toda a freguesia de São Pedro de Vilar de Ferreiros sem    se envaidecerem com os louros do passado que de pouco servem para viver o presente e muito menos para fazer o futuro.   

          Daí este Vilarinho que os responsáveis pela "Grande Enciclopédia Portugursa e Brasileira" olvidaram nas suas páginas, apareça hoje lançado ao encontro de estruturas sociais que lhe dê garantia dum futuro melhor para os seus habitantes e a possibilidade de continuar com as suas tradições milenárias a contribuir para o engrandecimento económico, social, histórico e cultural da autarquia de que faz parte pelo menos desde os séc. XIII, e certamente muito antes quando ainda fragmento do território da cividade dos montes Farinha  ou Palhaços.

          A tradição duma industria siderúrgica muito antiga, a prática de usos e costumes remotos, a existência de velhas formas de transformar os produtos agrícolas verificada nos tradicionais  alambiques, os moinhos, azenhas de moer azeitona e teares de linho e farrapos, são testemunho evidente que Vilarinho sendo hoje uma realidade, já o era ontem e há-de continuar a sê-lo futuramente

José Augusto da Costa Pereira

WWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWW

REFLEXÃO

          O cimento com que alguns Homens, em grupo ou individualmente,  edificam a Obra de Santidade é o mesmo com que outros constroem os muros da perdição humana.

          Que felicidade para todos se o tal "cimento" fosse totalmente bem aproveitado!

Costa Pereira

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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Folha-9b

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A Cozida

          O dia e véspera de cozer a fornada é canseiroso. A moça ou moço teve que levar antes o fole  do grão ao moinho e tomar nota da data que o moleiro lhe aprazou para lá voltar trazendo a farinha. Agora o saco ou fole já vem por certo mais leve porque o homem da moagem retirou a maquia, e até parece que maquiou demasiado...

          Ao dono da casa calhou a missão de acarretar a lenha que há-de aquecer o forno e a água para a amassadura. Ás raparigas ou rapazes mais novos foi atribuido o papel de irem pelos caminhos ou cortes do gado à procura de bosta. Quanto mais fresca melhor, porque a seca só com água se agarra à porta do forno.

          Aprontada a masseira , peneirada  a farinha e feita a mistura, acto de juntar  à de milho um pouco de farinha de centeio, inicia-se a amassadura a que não pode faltar o sal e o fermento que vão ser diluidos por acção de água quente.

          Depois é o momento de fazer a cruz na massa e de dizer uma oração para que a massa levede e cresça.

          Enquanto a massa aleveda, carrega-se  o forno com lenha que o vai aquecer e pôr em condições de fazer uma cozida harmoniosa. Também no acto de acender o forno é usual rezar um Pai Nosso pelas almas do Purgatório. Com o forno já devidamente quente ensaia-se a sua temperatura por meio da cozedura do bolo.

          Se tudo está normal é só "escudelar" a massa e colocá-la na pá para sucessivammente em broas ser depositada no forno. Por fim a porta é colocada na boca do forno e tapada à volta com bosta e cinza misturadas.

          Agora reste apenas esperar duas ou três horas para apreciar os frutos deste trabalho tradicional. Mas entretanto vai-se commento o bolo simples ou em "mornas" se é que não se espera para as fazer depois do forno aberto e com pão quente já cozido. Embora não convenha abusar deste petisco caseiro em demasiado porque para além do azeite,do alho e vinagre, se come muita broa da cozida que há-de dar até à próxima ida ao moinho entre oito a dez dias.

Costa Pereira 

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Onde não há pão todos berram e ninguem tem razão.

Popular

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Quem cabritos vende e cabras não tem de algures lhe vem.

Popular

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Os Louros do Passado

          Quer no aspecto económico, quer no social e histórico, a aldeia de Vilarinho devido a um conjunto de factores que lhe são peculiares goza duma invejável situação em relação à maioria  das restantes povoações que formmam a freguesia de São Pedro de Vilar de Ferreiros, antigas Ferrarias de Entre Tâmega e Douro.

          A fertilidade do seu solo arável, o bairrismo  das suas gentes e o suposto potencial arqueológico das suas imediações dão a Vilarinho uma natural independêcia e supremacia que a titulointterno não só aceitamos como entendemos salutar para o desenvolvimento local e regional.

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